domingo, 13 de julho de 2008

Assírios

Os assírios de origem semita habitavam a Assíria (o Norte da Mesopotâmia), tendo uma longa história na região.




Segundo os descobrimentos arqueológicos, a Assíria foi habitada desde o início da era paleolítica. A vida sedentária não teve origem nessa região, até cerca de 6500 a.C.. Durante muito tempo os assírios estiveram sob o jugo de reinos mais poderosos da região Sul.

Sob o monarca Shamshi-Adad, os assírios tentaram começar a construir seu próprio império, mas Hamurabi da Babilônia logo acabou com tal ambição, os assírios então começando uma longa rivalidade com a Babilônia. Eventualmente, os povos semitas que viviam ao Norte da Mesopotâmia foram invadidos por um outro povo de origem asiática, os Urianos, que migraram para a área e começaram a construir ali seu próprio império. O sonho deste império, entretanto, foi absorvido pelo império Hitita, que acabou com a jovem nação Uriana. Após séculos de tentativas de independência, os assírios finalmente conseguiram formar um estado independente, pois os Hititas não anexaram a seu império cidades assírias. Nos séculos subseqüentes, o equilíbrio de poder mudou do sul para o Norte.

As cidades mais importantes da Assíria, todas situadas no território do atual Iraque, eram Assur, atualmente Sharqat; Nínive, da qual os únicos vestígios que indicam sua localização são dois grandes tells (colinas formadas sobre ruínas), Quyunyik e Nabi Yunas; Calach, hoje Nimrud, e Dur Sharrukin, atualmente Jursabad (Jorsabad).

O Império Assírio




Em 729 a.C., no reinado de Tiglath-Pileser III ou Teglatefalasar III (746 a.C. - 727 a.C.), os assírios conquistaram a Babilônia. Teglatefalasar III também conteve a expansão da Média no oriente e tentou sem sucesso conquistar o reino de Urartu, situado no Ararat.


Prisioneiros Israelitas tocando lira seguidos por um soldado Assírio.

Israel foi conquistada no primeiro ano do reinado de Sargão II (721 a.C. - 705 a.C.). Cerca de 27.000 israelitas foram deportados. Em 715 a.C., foi a vez da Média ser conquistada. Sargão II ainda conquistou a Síria.
Seu sucessor, Senaquerib (705 a.C. - 681 a.C.), transferiu a capital de Assur para Nínive. De acordo com os livros bíblicos de II Reis, II Crônicas e do profeta Isaías, admitido no cânon do Antigo Testamento, Senaquerib teria buscado conquistar Judá, cercando a cidade de Jerusalém. No entanto, a Bíblia relata que Senaquerib fracassou em sua tentativa militar e, ao retornar para Nínive, foi assassinado por dois de seus filhos.
Então, Senaquerib, rei da Assíria, partiu, e foi; e voltou e ficou em Nínive. E sucedeu que, estando ele protado na casa de Nisroque, seu deus, Adrameleque e Serezer, seus filhos, o feriram à espada; porém eles escaparam para a terra de Ararate; e Esar-Hadom, seu filho, reinou em seu lugar. (II Reis 19:36-37)




O filho e sucessor de Senaquerib foi Esarhaddon, também conhecido por Assaradon (681 a.C. - 669 a.C.), que expandiu seus domínios ao Nilo, estabelecendo sobre o Egito uma dominação inicialmente precária, tendo também reconstruído a Babilônia que fora destruída por seu pai, a qual pode ter se tornado a nova capital do Império Assírio durante algum período.

Ao longo de sua história, o poder da Assíria dependeu quase que inteiramente de sua força militar. O rei era o comandante-em-chefe do exército e dirigia suas campanhas. Embora em teoria fosse monarca absoluto, na realidade os nobres e cortesãos que o rodeavam, assim como os governadores que nomeava para administrar as terras conquistadas, tomavam frequentemente decisões em seu nome. As ambições e intrigas foram uma ameaça constante para a vida do governante assírio. Essa debilidade central na organização e na administração do Império Assírio foi responsável por sua desintegração e colapso.





Este povo destacou-se pela organização e desenvolvimento de uma cultura militar. Encaravam a guerra como uma das principais formas de conquistar poder e desenvolver a sociedade. Eram extremamente cruéis com os povos inimigos que conquistavam, impunham aos vencidos, castigos e crueldades como uma forma de manter respeito e espalhar o medo entre os outros povos. Com estas atitudes, tiveram que enfrentar uma série de revoltas populares nas regiões que conquistavam.

Poderio Militar Assírio no I milênio

No fim do século XII antes da nossa era, a Assíria encontrava-se sob a ameaça dos Arameus, que efetuavam razias no país, massacravam e reduziam à escravidão a população, levando rebanhos, destruindo e queimando cidades e aldeias.

Os habitantes dos vales refugiavam-se nas montanhas, ficando despovoadas as cidades. A seguir veio um outro inimigo: eram as tribos que viviam na actual Arménia, à volta do lago Van e ainda mais ao norte. Os Assírios chamavam-lhe Urartianos (Urartu).

No século X antes da nossa era, o avanço dos Arameus sobre a Assíria diminuiu. Uma parte dos invasores fixou-se entre o Tigre e o Eufrates, assimilou-se gradualmente e as incursões cessaram. A Assíria entregou-se pouco a pouco a devastações, e no fim do século X os seus reis conseguiram passar à ofensiva contra os Urartianos, os Arameus e os montanheses do leste. Esta ofensiva completou-se no início do século IX com as vitórias de Assur-Nazir-Bal II (883-859). Submeteu os régulos arameus e colheu milhares de cativos, o que lhe permitiu efetuar grandes trabalhos em Kalah. Construiu ai um soberbo palácio ornado de baixos-relevos e cenas de vitórias, e construiu praças-fortes nos confins do reino. Assur-Nazir -Pai estabeleceu, assim, as bases do futuro poderio militar da Assíria.

No fim do século IX. a Assíria ficou enfraquecida por distúrbios internos, resultantes do descontentamento da aristocracia, que queria passar da pilhagem dos territórios conquistados à sua valorização sistemática; os simples soldados, membros das comunidades, que não tinham terras, apoiavam-na. Mas os altos dignitários e os chefes de exércitos que obtinham do rei a maior parte dos despojos não se preocupavam em consolidar as conquistas e preferiam invadir várias vezes o mesmo pais, cujas forças produtivas destruiram completamente. Esses antagonismos conduziam a revoluções palacianas e ao enfraquecimento do poder real; além disso, a ofensiva dos Urartianos (fim do século IX principio do século VIII deu um rude golpe no poderio assírio.

A expansão dos Assírios não é retomada senão no meio do VIII século. Os reis Teglath-Phalasar III (745-727) e Sargão II (722-705) fazem uma política essencialmente agressiva. Reorganizam as forças armadas do país.


As técnicas de combate dos assírios
permitiram a formação de um grande império.

A partir do reinado de Teglath-Phalasar as tropas assírias compreendem guerreiros armados de piques, conduzindo carros com uma parelha de cavalos; uma cavalaria duas vezes mais numerosa do que as unidades de carros; uma infantaria pesada, armada de lanças e escudos; uma infantaria ligeira, composta de archeiros e duas vezes mais numerosa do que a precedente. O exército tinha ainda unidades especiais, que correspondiam aos sapadores e à artilharia de cerco actuais, assim como grandes grupos de cabouqueiros e de construtores, geralmente compostos por escravos, antigos prisioneiros de guerra.

Em campanha, essas tropas auxiliares construiam campos fortificados, estabeleciam pontões sobre odres, abriam caminhos, transportavam cargas, etc. Durante o cerco a praças fortes efetuavam-se trabalhos de sapa e utilizavam-se catapultas e aríetes para demolir as muralhas e as torres. Lançado o assalto, subiam-se escadas previamente preparadas. Os carros também eram conhecidos dos Hicsos e dos Egipcios, mas os reis da Assíria foram os primeiros a utilizar sistematicamente a cavalaria. Mais tarde aprenderam a coordenar a ação de todas estas armas. O combate começava pelo ataque dos carros, seguidos da infantaria, que batia nas fileiras já desordenadas do inimigo. A cavalaria perseguia o inimigo em retirada ou em fuga. Sargão introduziu uma importante inovação no recrutamento: além dos homens adstritos ao serviço militar obrigatório, contratava mercenários, ao princípio só assírios, mas mais tarde também estrangeiros.

O número de mercenários cresceu sensivelmente com o tempo; os reis da Assíria também se serviam deles no interior do país.

Teglath-Phalasar III e Sargão II efetuaram grandes guerras de conquista. O primeiro, vencedor das tropas coligadas dos reis de Damasco e Israel, conquistou toda a Síria, incluindo Damasco. Anexou definitivamente Babilônia e tomou o título de rei da Babilônia. Enfim, infligiu uma pesada derrota ao reino de Urartu, criado no século IX antes da nossa era, e tornado, a partir do século VIII, o principal inimigo da Assíria. O rei de Urartu, Argishti (781-760), dirigiu a luta contra a Assíria e obteve uma vitória sobre o seu soberano. A guerra em Urartu tornou-se, pois, a primeira tarefa militar dos monarcas assírios. Foi Sargão II que se encarregou de a decidir. Havendo-se primeiro garantido do lado da Síria e da Palestina, destruindo o reino de Israel e os poucos principados hetho-arameus que haviam sobrevivido na região de Karkemish, lançou todas as forças contra Urartu. Em 714 desbaratou o exército do rei Rusãs, tomou a cidade de Musasir e apoderou-se de enormes despojos. Mas não conseguiu tomar Turushpa nem suprimir Urartu. Se bem que muito enfraquecido com a invasão de Sargão, esse reino existiu até ao século V antes da nossa era, quando os Medos lhe deram o golpe de misericórdia.

Os sucessores de Sargão não prosseguem sistematieamente as guerras de conquista. Esforçam-se somente por fazer pressão na direção do sudoeste, a fim de se apoderarem do Egito. Sennacherib quebrou a resistência dos Babilônios e fez arrasar a sua cidade, servindo-se do reino de Judá. O seu sucessor Asarhaddon atingiu o Egito em 671, e sujeitou-o. Mas esta vitória foi precária porque o rei da Assíria não podia deixar no Egito uma guarnição suficientemente forte. Ao fim de vinte anos, o Egito recuperou a sua independência.

Depois de Asarhaddon, a atividade militar dos reis da Assíria visou, principalmente, manter a sua autoridade nos países conquistados e tributários. Eles eram forçados a enviar tropas para reprimir as freqüentes insurreições e para receber o tributo, embora conservando forças consideráveis na própria Assíria, devido à fermentação que crescia no interior do país.

Organização econômica e cultural

Formou-se na Assíria, ao longo do tempo, um corpo burocrático bastante eficiente. Muitos deles eram epônimos, e, portanto, davam nome ao ano. O rei era, em geral, o epônimo do primeiro ano. Seguia-se a ele, assim, uma série de epônimos, em critério de hierarquia. Tal sistema constitui um elemento de grande importância para os historiadores no processo de datação.




A literatura assíria era praticamente idêntica à babilônica, e os reis assírios mais cultos, principalmente Assurbanipal, se gabavam de armazenar em suas bibliotecas cópias de documentos literários babilônicos. A vida social ou familiar, os costumes matrimoniais e as leis de propriedade também eram muito parecidas. E as práticas e crenças religiosas, muito semelhantes às da Babilônia, inclusive o deus nacional assírio, Assur, foi substituído pelo deus babilônio Marduk.


Baixo-relevo assírio representa a caça ao leão.


Relevo assírio representando o transporte
de cedro libanês (século VIII a.C.)

A principal contribuição cultural assíria ocorreu no campo da arte e da arquitetura.

A política externa assíria era conhecida por sua brutalidade para com os inimigos. Em muitos casos, atos de selvageria por parte do império assírio foram empregados com o fim de persuadir seus inimigos a se entregarem sem luta. Registros escritos da época demonstram o temor dos povos adjacentes ao terror assírio. Os governantes assírios caracterizaram-se também pelo tratamento despendido aos povos conquistados. Para evitar movimentos rebeldes nas regiões conquistadas, os povos vencidos eram capturados, removidos de suas terras, e distribuídos entre as cidades do império, diluindo seu poder. Nativos assírios e inimigos capturados de outras regiões eram encorajados a ocupar as áreas conquistadas. Esta prática mostrou-se particularmente eficiente, e foi mantida pelos babilônicos no período subseqüente.

Assim, como na maioria dos Estados que se desenvolveram no Crescente Fértil, os reis assírios exerciam um poder autocrático, sendo considerados inclusive intermediários entre os deuses e o povo. A partir do reinado de Teglatefalasar III, foram instaladas guarnições permanentes nos países dominados.

Religião


Adoração a Assur( Guia e protetor dos Reis
Assírios que também representava a fertilidade).


Ishtar, a grande deusa da fertilidade e protetora do rei assírio.

Sendo semitas, os assírios tinham muitos deuses em comum com outras nações semíticas, nomeadamente com os babilónios. Adoravam as grandes deidades babilónicas, tais como Shamash, o deus-sol; Sin, o deus-lua; Ea, o deus das águas e Ishtar, a grande deusa da fertilidade. Também honravam Aru, Marduk (Bel) e o seu filho Nabu (Nebo).

A religião seguia as bases dos cultos realizados pelos sumérios. Cada cidade era devota de um deus específico (ao qual se associava a sua criação e proteção), e os deuses mais importantes do panteão assírio dependiam do grau de influência de suas cidades na política interna.

Contudo, o principal deus dos assírios era Assur, que não pertencia ao panteão babilónico. Assur era representado por um sol alado que protegia e guiava o rei, o seu principal servo. Era também simbolizado por uma árvore, representando a fertilidade. No entanto, ele era, antes de mais, o deus da guerra e a guerra tornou-se parte integrante da religião dos assírios. Cada campanha militar era pensada para ser levada a cabo em resposta às ordens diretas de Assur. Assim, a participação na guerra era um ato de adoração. Esta associação de Assur com as campanhas militares dos assírios explica o fato de o culto a Assur ter desaparecido com a destruição do Império Assírio, contrastando com os cultos dos deuses das outras nações que sobreviveram à destruição do seu povo. Por exemplo, Marduk, o deus patrono dos babilónios, permaneceu como deidade principal do Vale Mesopotâmico durante a ocupação persa mas Assur nunca reapareceu no mundo antigo após a captura e destruição de Niníve.

A Crueldade Assíria




Os assírios eram um povo militar e comercial, simples em costumes porém cruéis e ferozes com seus prisioneiros queimando-os vivos os seus conquistados após uma sessão de mutilação.

Cortavam-lhe as mãos, pés, orelhas, faziam pirâmides de caveiras (crânios).

Um certo rei Assírio, em uma de suas batalhas, levou a cativo 14 mil homens como prisioneiros de guerra, por medida de precaução, para que não houvesse revoltas, deu ordem ao seu exército que vazassem os olhos de todos os presos.
Existe o relato de um rei que quando estava cercado pelos exércitos assírios, resolveu fazer um acordo com o monarca assírio tentando preservar a vida de seus súditos, o trato consistia de que ele se renderia desde não houvesse derramamento de sangue, ok! O acordo foi cumprido por ambas as partes. Os assíros conquistaram o território do inimigo.

E o inimigo... foi enterrado vivo!

A Queda

Assurbanipal (669 a.C. - 631 a.C.), foi conhecido pela selvageria e por ser impiedoso para com os inimigos.


Assurbanipal durante uma caçada.

Após a morte do Rei Asarhaddão iniciou-se uma guerra civil entre seus seus dois filhos Assurbanipal e Chamás-Chum-Uquim.

Tal guerra só terminada após 3 anos de cerco da Babilônia. Finalmente, Chamás-Chum-Uquim morreu no seu próprio palácio e Assurbanipal deu-lhe um funeral digno, e vingou-se dos outros rebeldes:

"Eu alimentei com seus cadáveres, cortados em pedaços pequenos, cães, porcos, abutres, águias, os pássaros do céu e os peixes do oceano".

Após isso, Assurbanipal atacou um antigo protegido, o rei de Elão, que aceitou suborno de Chamás-Chum-Uquim. A guerra com os elamitas foi longa e, em 639 a.C., os assírios venceram a última batalha. Toda a região de Elão foi destruída e a capital saqueada. O zigurate de Susa foi destruído e os templos, profanados e saqueados.

Ele conquistou o Elão mas não conseguiu evitar que o Egito, em 653 a.C., efetivasse sua emancipação.

Foi o momento em que era maior o império assírio, mas nunca este império foi, ao mesmo tempo, tão forte e tão fraco, com o Elão destruído, a Babilônia devastada, pequena parte da população a seu favor, fenícios cheios de ódio pelos assírios, tendo os gregos como rivais e como vassalos príncipes assírios pouco confiáveis e, além do mais, seu exército cansado após quase um século de guerras.

Depois de sua morte, o império decaiu e nunca mais recuperou o esplendor.


Palácio de Assurbanipal em Nínive - Representa uma
batalha do exército Assírio contra cidades Elamitas.

Assurbanipal vangloriava-se de seus feitos sangrentos, mas, apesar da sua ferocidade, é mais lembrado como o estudioso que criou a grande biblioteca de Nínive, com uma coletânea com obras em escrita cuneiforme, hoje responsável pela maior parte do que se sabe dos povos da Mesopotâmia. Esta biblioteca continha milhares de textos (crônicas, cartas reais, decretos, religião, mitos, e muitos outros) escritos em tabuinhas de barro cozido.

Depois da morte do grande rei Assurbanipal em 627 seu filho Sinsariscum foi declarado rei, mas seu irmão Assur-Etelli-Illani conseguiu ocupar o trono em Nínive, enquanto Sinsariscum ficou com suas tropas na região leste do país. Um dos seu generais, o comandante e governador da província da Babilônia Nabopolasar aproveitou a confusão, traiu Sinsariscum e depois de duas vitórias com a conquista de duas cidades ele foi declarado rei de Babilônia em 625 a.C..

Foi então que, em 614 a.C. , Nabopolasar aproximou-se do Medos formalizando com eles uma aliança mediante o casamento do príncípe Nabucodonosor, filho de Nabopolasar, com uma princesa meda, filha do rei Ciáxares, chamada Amuhea.


Nabopalassar, durante o cerco de Nínive.


Cerco de Nínive.

Em 612 a.C., os aliados convergiram sobre Nínive e, após um longo cerco, afinal conquistaram a orgulhosa capital da Assíria. A cidade foi devastada e o rei assírio, Sin-shar-ishkun, desapareceu entre as chamas ateadas pelos invasores. Seu sucessor e filho ou irmão, Assur-uballit II, ainda tentou resistir em Harran, com o apoio dos egípcios, mas essa cidade também caiu, três anos depois (609 a.C.).

Fontes: Historia do Mundo / Wikipédia / Blog do Cantor Nelson / Blog Opinião Socialista

Um comentário:

izaac disse...

Minha materia predileta HISTORIA.Conteudo exelente ,umbelo trabalho.O.brigado