sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Lusitanos

Os lusitanos constituíam um conjunto de povos de origem indo-europeia, habitando a porção oeste da Península Ibérica (hoje grande parte de Portugal).

A figura mais notável entre os lusitanos foi Viriato, um dos seus líderes no combate aos romanos. Outros líderes conhecidos eram Punicus, Cæsarus, Caucenus, Curius, Apuleius, Connoba e Tantalus. Os lusitanos são considerados, por antropólogos e historiadores, como um povo sem história por não terem deixado registos nativos antes da conquista romana. As informações sobre os lusitanos é nos transmitida através dos relatos dos autores gregos e romanos da antiguidade o que por vezes causa diversos problemas ou conflitos na interpretação dos seus textos.










Origem

Os antepassados dos lusitanos compunham um mosaico de diferentes tribos que habitaram Portugal desde o Neolítico. Não se sabe ao certo a origem destas tribos, mas é provável que fossem oriundas dos alpes suíços ou mesmo nativas de Portugal. Miscigenaram-se parcialmente com os invasores celtas, dando origem aos lusitanos.

Entre as numerosas tribos que habitavam a Península Ibérica quando chegaram os romanos, encontrava-se, na parte ocidental, a dos lusitani, considerada por alguns autores a maior das tribos ibéricas, com a qual durante muitos anos lutaram os romanos.

Etnia segundo os autores da antiguidade

Os escritores da antiguidade identificaram duas etnias na península ibérica, a ibera e a celta, e qualificavam os seus habitantes como sendo iberos ou celtas ou uma mistura das duas etnias. No entanto o conceito de ibero podia ser usado num sentido geral,isto é num sentido geográfico, referindo-se conjunto dos seus habitantes, ou num sentido restrito a um conjunto de tribos com a mesma etnia, ou mesmo podia variar consoante o conceito da época.

Diodoro considerava os lusitanos um povo celta "Os que são chamados de lusitanos são os mais valentes de todos os cimbros". Estrabão diferenciava os lusitanos das tribos ibéras. Viriato foi referido como líder dos celtiberos. Os Lusitanos também eram chamados de Belitanos, segundo Artemidoro.
Entre os autores modernos não existe consenso, são considerados iberos, lígures ou celtas.

Tribos

· Igaeditani
· Lancienses Oppidani
· Tapori
· Coilarni ou Colarni
· Lancienses Transcudani
· Aravi
· Meidubrigenses
· Arabrigenses
· Paesures

Língua e escrita

As principais inscrições foram feitas em território português em Lomas de Moledo e Cabeço das Fráguas; a outra inscrição procede de Arroyo de Cáceres (Extremadura, Espanha)no território dos vetões. Como exemplo segue-se a inscrição de Cabeço das Fráguas do século III d.C.:

«OILAM TREBOPALA
INDI PORCOM LAEBO
COMMAIAM ICCONA LOIM
INNA OILAM VSSEAM
TREBARVNE INDI TAVROM IFADEM[…]
REVE TRE[…]»


Esta inscrição traduz-se habitualmente como: "[é sacrificada] uma ovelha a Trebopala, e um porco a Laebo, oferenda a Iccona Luminosa, uma ovelha de um ano a Trebaruna e um touro semental a Reve Tre[baruna(?)]".

Descrição linguística: As inscrições lusitanas (escritas em alfabeto latino) mostram uma língua celtóide facilmente traduzível e interpretável, já que conserva em maior grau a sua semelhança com o celta comum. A conservação do p- inicial em algumas inscrições lusitanas, faz com que muitos autores não considerem o lusitano como uma língua celta mas celtóide. O celta comum perde o p- indoeuropeu inicial. Por exemplo: "porc/om" em lusitano seria dito "orc/os" em outras línguas celtas como o celtibero, goidélico ou gaulês.

Para estes autores, o lusitano mais do que uma língua descendente do celta comum ,seria uma língua aparentada ao celta comum, ou seja, uma variante separada do celta mas com muita relação a ele.O alfabeto latino, o sistema de escrita utilizado nas inscrições já era usado na península Ibérica pelos povos que habitavam junto ao mar, segundo informação de Artemidoro, no principio do século I a. C., época em que visitou a Península Ibérica.

Guerreiro lusitano

Os guerreiros ibéricos são citados como tropas mercenárias na batalha de Himera em 480 a,c. A dada altura os mercenários ibéricos aparecem como mercenários nos principais confrontos bélicos do mediterrâneo, tornando-se num dos pilares dos exércitos do Mediterrâneo central. Estão presentes na batalha de Selinute , Agriento, Gela e Calamina, surgem em outros conflitos na segunda guerra grego-púnica, Secília, Siracusa, Grecia, Atenas, estão presentes na defesa de Esparta na batalha de Krimios, na primeira guerra púnica, e com os púnicos no norte de África. Tito Livio (218 BC) descreve os Lusitanos pela primeira vez como mercenários ao serviço dos cartagineses na guerra contra os romanos.





Os lusitanos foram considerados pelos historiadores, como sendo hábeis na luta de guerrilhas. Eram indivíduos jovens na plenitude da sua força e agilidade e seleccionados entre os mais fortes. Neles recai a defesa da comunidade quando está ameaçada. A preparação militar dos jovens guerreiros tinha lugar nas montanhas em lugares específicos.

"Em tempo de guerra eles marcham observando tempo e medida;e cantam hinos (paeans) quando estão prontos para investir sobre o inimigo" batendo nos escudos à maneira ibérica.

Pela indicação de Tito Livio, (cento e trinta e quatro estandartes num exercito de doze mil quinhentos e quarenta guerreiros), cada estandarte deveria guiar unidades de cerca de noventa guerreiros lusitanos unidades semelhante à centúria romana ou apenas divisões por tribos como faziam os Iberos.

Armas utilizadas pelo exercito lusitano
Armamento ofensivo usado na luta corpo a corpo:
punhal de fio recto e antenas atrofiadas ou afalcatado.
espada
falcata
lança de ponta de bronze
Labrys machado de dupla lâmina que aparece em moedas romanas da lusitânia não parece que era usado pelos lusitanos mas pelos cantabros

Armamento ofensivo de arremesso:
dardos farpados de ferro
lança de arremesso, todo de ferro

Armamento defensivo:
caetra: é um pequeno escudo de dois pés de diâmetro que se manejava com a mão esquerda, era feita de madeira, couro, nervos trançados, bronze ou ferro, ficava suspenso por correias que eram manejadas habilmente para se defenderem dos dardos. Era decorado com o desenho de um labirinto, que se supõe ter sido um símbolo ou emblema étnico de reconhecimento entre os lusitanos
cota de malha era feita de pequenas argolas de ferro entrelaçadas, era pesada, e usada apenas por alguns guerreiros, provavelmente os líderes.
couraça de linho, era o tipo de protecção mais usada, era mais leve e adaptada ao clima que as cotas de malha, e provavelmente mais barata.
elmos eram de couro, de nervos trançados ou de metal e parecidos com os dos celtiberos do tipo montefortino, elmos de três cimeiras (penas) de cor púrpura.
polainas eram feitas de couro para proteger as pernas.

Os guerreiros lusitanos realizavam competições entre si,em que tomava parte a cavalaria e a infantaria, e competiam no boxe, corrida, faziam combates de grupo e combates entre esquadras .
A sua maneira de combater, segundo Júlio César, por ser inesperada e desconhecida dos legionários, desorganizava completamente as fileiras romanas. Estrabão reconhecia que os lusitanos lutavam como peltastas,e eram organizados e eficientes a posicionarem-se na linha de batalha ou a movimentarem-se concertadamente para posições estratégicas.

Estrutura dos povoados

As casas de pedra tinham forma redonda ou rectangular; eram cobertas de palha, e ficavam situadas no alto de morros ou colinas, agrupando-se em aldeias - os castros citados pelos historiadores antigos.




As casas eram dispostas ordenadamente e formavam uma espécie de bairros organisados por famílias e subdivididos em diversos núcleos habitacionais que distribuíam-se em torno de um pátio de acordo com a sua função e que incluiam cozinha com lareiras a forno, local de armazenagem de géneros, zonas de dormida, recinto para guarda de animais.

Nos castros destacava-se um grande edifício de planta circular, para reuniões do conselho comunitário, com bancos ao redor.

Havia ainda os balneários públicos para banhos frios e de vapor.

A decoração das casas, em relevo e gravura, era feita com motivos geométricos, em forma de corda, de espinha, com círculos encadeados ou sinais espiralados, tríscelos e tetrascelos, cruciformes e serpentiformes.

As ruas eram calcetadas com pedras regulares.

Os grandes castros tinham muralhas defensivas feitas de grandes pedras, chegando a alcançar um quilômetro de perímetro.

Os instrumentos musicais incluíam a flauta e a trombeta, com que acompanhavam seus coros e danças, de que os romanos nos deixaram algumas descrições. Os locais de culto funerários são sempre de grande interesse para os arqueólogos que se encontram por todo o território da antiga Lusitânia. Do período paleolítico conhecem-se cemitérios onde os corpos estavam dispostos com restos de alimentos, utensílios e armas; do megalítico abundam os dólmens, conhecidos em Portugal como antas, ou mamoas - porque os montículos de terra que se acumularam sobre eles, criaram essa forma arredondada.

Sociedade

A sociedade lusitana essencialmente guerreira denotava a presença de uma hierarquia social em que o guerreiro ocupava uma importante posição. Era uma sociedade aristocrática em que a maior parte da riqueza estava nas mãos de um grupo reduzido de pessoas. A presença de joias e de armas nos túmulos indica a presença de uma elite guerreira. A organização da família lusitana revela uma estrutura gentílica da sua sociedade, o qual era referida nas fontes epigráficas com a designação de de gentes ou gentiliates.


Os lusitanos encontravam-se unidos entre si por laços de sangue ou parentesco e não pelo território ocupado. O tipo de governo era a chefia militar, em que o líder era eleito em assembleia popular escolhido entre aqueles que se distinguiam pela coragem, valor, capacidade de liderança e vitórias obtidas em tempo de guerra. Os autores gregos referiam-se a estes chefes militares como hegoumenos, isto é, líder, chefe e os romanos dux. No entanto o nome de regnator, rei, e principe, também foram referidos. O hospitium, em que adoptavam-se estranhos na comunidade, é também considerado um costume dos lusitanos.

Apiano revela a existência de uma propriedade comunitária, que para além de terras incluía cavalos, produtos agrícolas e diversos outros bens comunitários incluindo um tesouro público do qual fala Diodoro esta propriedade comunitária deveria de coexistir a par da propriedade privada.

Os lusitanos eram um povo autônomo,(grego: αὐτονόμων), com leis próprias.

Os lusitanos tinham o hábito de frequentar salas onde iam untar o corpo duas vezes ao dia, tomavam banhos de vapor em balneários decorado com gravuras em baixo relevo, lançando água sobre pedras ao rubro, e tomavam em seguida um banho frio.

As refeições em que os Lusitanos se juntavam apenas uma vez por dia tinham lugar numa sala onde eles sentavam-se em bancos móveis encostados à volta das paredes da sala. A disposição dos bancos em que se sentavam obedecia a uma hierarquia que colocava na frente os de mais idade e seguiam uma ordem consoante a posição social.

O alimento mais característico era o pão de bolota ou glande de carvalho; bebiam leite de cabra e cerveja de cevada, reservando o vinho para as festas com uma produção desde a época pré-romana A caça, pesca, produção de gado bovino e equino, a produção de mel e lã assim como o trigo a cevada o linho e a mineração eram atividades referenciadas. O custo de vida era muito barato, no século II a.C., os produtos de pesca ovinos, caprinos e agrícolas abundantes e as peças de caça eram dadas de graça a quem comprava alguns destes produtos.

O escambo era usado nas regiões do interior onde também usavam peças cortadas de prata batida como dinheiro. Os homens vestiam-se de preto e usavam capas simples e as mulheres capas compridas e vestidos de cores vivas. Os homens usavam os cabelos compridos , como as mulheres, mas que prendiam à volta da testa quando combatiam.

Culto religioso

Praticavam sacrifícios humanos e quando o sacerdote feria o prisioneiro no ventre, faziam-se vaticínios segundo a maneira como a vítima caía. Sacrificavam a Ares, deus da guerra, não só prisioneiros, como igualmente cavalos e bodes. Os santuários eram erigidos nas massas rochosas de locais com certo domínio da paisagem, à beira de cursos de água ou junto a montes.

Praticavam exercícios de ginástica como o pugilato e corridas, simulacros de combates a pé ou a cavalo: bailavam em danças de roda, homens e mulheres de mãos dadas, ao som de flautas e cornetas; eram tipicamente monogâmicos Usavam barcos feitos de couro, ou de um tronco de árvore.

As lutas dos lusitanos contra os romanos começaram em 193 a.C.. Em 150 a.C. o pretor Sérvio Galba, após ter infligido grandes punições aos lusitanos, aceitou um acordo de paz com a condição de entregarem as armas, aproveitando depois para os chacinar. Isto fez lavrar ainda mais a revolta e durante oito anos, os romanos sofreram pesadas baixas.

Esta luta só acabou com o assassínio traiçoeiro de Viriato por três companheiros tentados pelo ouro romano. Mas a luta não parou e para tentar acabá-la mandou Roma à Península o cônsul Décimo Júnio Bruto, que fortificou Olisipo, estabeleceu a base de operações em Méron próximo de Santarém, e marchou para o Norte, matando e destruindo tudo o que encontrou até à margem do Rio Lima. Mas nem assim Roma conseguiu a submissão total e o domínio do norte da Lusitânia só foi conseguido com a tomada de Numância, na Celtibéria que apoiava os castros de Noroeste.

Em 60 a.C. Júlio César dá o golpe de misericórdia aos lusitanos.

Fonte: wikipedia

11 comentários:

Rogério Maciel disse...

Fonte Wikipédia ? Claro , a Prostituta Manipuladôra do Conhecimento !

«...Não se sabe ao certo a origem destas tribos, mas é provável que fossem oriundas dos alpes suíços ou mesmo nativas de Portugal. Miscigenaram-se parcialmente com os invasores celtas, dando origem aos lusitanos. ...»

UM Chorrilho de Asneiras e uma Mentira( a info que tirou da WP) pegada(não o estou a chamar de mentirôso , mas que deveria informar-se Devidamente sôbre aquilo que está a transmitir ) !

Mas você interessa-se mêsmo pela Verdade Histórica ?

Origem Lusitâna e Cónia : Não há nem nunca houve "celtas" (o que quer que essa expressão queira dizêr ...)no teritório que hôje é Portugal .
A Lusitânia e os Lusitânos têm a sua mais provável origem nos Cananitas-Fenícios .
Assim o prova o elaborado e profundo estudo da Língua Cónia-Cúnea-Cananita-Fenícia encontrada nas muitas Tábuas da Linguagem do Sudoeste Português , mormente no Alentejo e no Algarve feito por Moisés Espírito Santo e os seus seguidôres entre os quais Fernando Rodrigues de Almeida .
Êstes provam que a Língua Portuguêsa é Semita , ancestralíssima na sua Origem e provém dos nossos Antepassados Lusitânos cuja Língua era Cónia-Cúnea-Cananita-Fenícia .

Moisés Espírito Santo (pesquisar no google como : TEMPLOS DO SOL - TAMBORES-MANCHEIA - VIDA-E-TEMPOS )

« O que vou expor não consta nos livros de História de Portugal onde notamos uma crassa ignorância e uma verdadeira fobia quanto à cultura dos nossos antepassados lusitanos। Os historiadores e arqueólogos procuram fazer-nos crer que os lusitanos eram uma horde de selvagens, atrasados e ignorantes, quando foram o povo que «durante mais tempo se opôs aos romanos», segundo Estrabão। Quer dizer, a resistência dos lusitanos aos romanos durou 200 anos। Porquê são assim ignorados pelos historiadores os nossos antepassados? Porque eram libertários e ciosos da sua independência e cultura, e porque se opuseram aos colonizadores। Leite de Vasconcelos ousa até dizer que «os lusitanos esqueceram a sua língua; para a descobrir seria necessário consultar a esfinge»। Nós diríamos o seguinte: para que um povo esquecesse a sua língua materna em favor da do colonizador, seria necessário que quatro gerações, dos bisavôs aos bisnetos, durante cem anos, se calassem, não falassem entre si, nem uma palavra, enquanto não aprendessem correctamente a língua do colonizador .
Em qualquer cultura, qualquer aprendiz de investigador pode descobrir a língua que precedeu a actual. O método para isso consiste, entre outros, na interpretação da toponímia, da gíria popular e das expressões codificadas do linguarejar quotidiano como, por exemplo, «morar em cascos de rolha» (muito longe), «andar à paz de pílula» (estar sem dinheiro), «Está de ananazes» (um tempo muito quente), etc. que constam em dicionários especializados. Só os historiadores, arqueólogos e etnólogos portugueses tradicionais se recusam a esse trabalho, por razões ideológicas, para desvalorizar a cultura vencida.
Por este método, demonstra-se que os lusitanos, antes da introdução do latim/português, falaram a língua dos fenícios ou cartagineses (ou púnicos) que era uma mistura de dialectos ou de línguas com origem nas regiões donde provieram os chamados «fenícios» que, depois, se chamaram cartagineses ou púnicos e que dominaram a Península Ibérica durante, pelo menos, 500 anos (até à vitória do Império romano com o assassinato de Viriato, no ano 140 a.C.). Essas línguas ou dialectos eram: o cananita da Costa Fenícia, o hebraico (em que foi escrito o Antigo Testamento), o acádico, o assírio e o aramaico, falados nas regiões donde provieram os fenícios/cartagineses; essas regiões iam da actual Palestina até aos rios Tigre e Eufrates e ao País dos Hititas (actual Turquia). A antiga língua pode ter ficado por «decalque fonético» ou corrupção de línguas. Os antigos vocábulos adaptaram-se, foneticamente, a palavras da língua actual. Vejamos então os nomes dos sítios em questão.»

...

Rogério Maciel disse...

...

Outro autôr Português , José Galazak fala-nos da Viagem da Tribo de DAN (Cananita ) para o Território da Lusitânia( não a divisão administrativa antinatural româna, mas a Ancestral Lusitânia .) :

(pesquisar no google:
Terra Antiga
VIAJARAM OS «FILHOS DE DAN» ATÉ PORTUGAL?

«...Este é o mito fundador de Portugal, desde sempre desprezado pelos historiadores, mas agora olhado de novo, à luz dos últimos mapas genéticos das populações peninsulares, onde os pergaminhos celtas das populações da Galiza e do Norte de Portugal são definitivamente rasgados e substituídos por novos e inimagináveis pergaminhos berberes (Amazighs), de populações aqui instaladas desde o Neolítico e que nada têm a ver com os invasores Mouros de 711… populações estabelecidas em Oestrymnis, na Estremadura portuguesa, e daqui expulsas por uma “invasão de serpentes” que fez instalar novas populações, Sefes e Cempsos.

Durante decénios, aceitando sem discutir a Teoria das Invasões de Bosch Gispera, fizemos destas populações Celtas vindos do centro da Europa, negando as evidências arqueológicas que apontavam noutra direcção, negando Avieno que claramente nos dizia que os Cempsos, agora no ocidente peninsular, tinham o seu berço nas margens do Lago Ligustino, sendo irmãos germanos dos Tartéssios. Os fenícios tinham-nos preterido a favor destes últimos, e combatidos por uns e por outros, tinham os Cempsos partido para noroeste, arrastando na sua passagem uma multidão de povos menores. ... »

Mas há mais ...

David Gomes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
David Gomes disse...

Amigo rogerio. Pessoas que remam contra a mare para se fazerem de espertos so passam por ignorantes

Rogério Maciel disse...

"amigo" David , pessôas Ignorantes e Iletradas que remam contra a Maré para se fazêrem de Inteligentes , afogam-se antes de chegarem á Praia.

Constantino Menino disse...

Nunca vi na vida tanta informação (ou falta dela), incompleta e falsa, ou mesmo muito manipulada, como neste blog e tudo o que aqui se escreve a respeito aos povos Lusitanos então é uma desgraça, pois nada ou quase nada esta correcto.

Alias nota-se nos vários artigos sobre os povos indígenas Africanos, que tiveram contacto com os Portugueses que este bloguista nada sabe sobre a história de Portugal, e muito menos sobre os povos que tiveram contacto com os Portugueses e por isso a informação mais que errada, acaba por ficar limitada a pouca coisa que encontrou na Wikipédia, sem sequer se ter preocupada em investigar, ou comparar essa dita informação, com os documentos históricos existentes em bibliotecas, ou nos arquivos estatais dos países existentes, ou no mínimo nos muitos milhares de livros de tantos historiadores de renome mundial.

É incrível quando aqui neste blog, (Dito ou tentando intitular-se de um blog de história) se diz que os Lusitanos são um povo com uma origem desconhecida, quando se sabe que os Lusitanos são descendentes dos Cônios e que estes foram uma das maiores civilizações Europeias e que se misturaram com os chamados novos Celtas tento colonizado, mais de metade da Europa e o norte de África e foram um dos povos que se habitaram o Norte de África e é por isso que existem povos chamados de "Brancos" a mais de 10.000 anos no Norte de África... Já agora para ajudar este povo dominou a navegação e comercio do Mediterrâneo durante centenas de anos.

Foram ainda na altura, o povo militarmente mais evoluído de toda a Europa, que dominou durante mais de 300 anos, tinham vários exércitos constituídos por milhares de tropas, o seu território incluía toda a Península Ibérica (Portugal e Espanha) a Irlanda e mais de metade da Inglaterra, metade da actual França, a Bélgica e todo o sul da Itália, a Grécia a Mesopotâmia, a Albânia, todas as ilhas do Mediterrâneo o norte do Egipto e toda a costa mediterrânica do Norte de África até Marrocos.
Construíram milhares de cidades e foi este povo que fundou a rota da ceda que mais tarde acabou por ficar nas mãos dos Muçulmanos e deste povo e civilização, derivou mais de 70 nações e 20 actuais países Europeus (Sendo um deles Portugal) e todos os actuais países mediterrâneos Norte-Africanos.

Existem milhares de documentos que falam disto e milhares de provas arqueológicas, centenas de ruínas, milhares de documentos escritos pelos antigos Gregos e Romanos, ou até documentos Fenícios e até um recente estudo sobre o ADN feito por Americanos, prova o rasto biológico dos Cônios dos Lusitanos e dos Portugueses, tal como da mistura entre estes e os Celtas... Provas existem milhões delas com milhares de objectos arqueológicos espalhados em mais de 100 museus, que existem em quase todas as capitais Europeias e onde estão expostos muitos artefactos Cônios e Lusitanos tal como mapas as centenas.

E sobre os assuntos das tribos Africanas, principalmente sobre os povos dos territórios onde estiveram os Portugueses, a história aqui contada neste blog, esta de tal forma adulterada e modificada, que raia a mentira e a fantasia...
É uma enorme pena, que o autor deste blog, se deixe levar por tanta falta de informação e tenha escolhido o lado da propaganda anti-europeia e da mentira, ou fantasia histórica.
A história é para ser contada tal como foi e não para fazer passar ideologias e propaganda contra este ou a favor daquele e neste blog o que se vê é uma permanente propaganda fantasia e manipulação histórica.

Quase nenhuma informação que aqui vejo neste blog dito de história, se baseia em documentação válida, ou relatos de historiadores credenciados, não passando de artigos feitos de informação avulsa apanhada na net, ou na wikipédia e escrita por gente que nada sabe de história.
É lamentável o que neste dito blog de historia se diz mas pronto, é o que temos... Uma pena.

Rogério Maciel disse...

Constantino Menino , concordo com quase tudo o que diz .Duvido que o autôr do blogue tenha alguma consciência de que publicou a Mentira Obscêna espalhada na internet acêrca dos Lusos ( e cónios) .
Só gostava que me explicasse isto (fala óbviamente dos Cónios e algumas coisas eu sei ...) : «...É incrível quando aqui neste blog, (Dito ou tentando intitular-se de um blog de história) se diz que os Lusitanos são um povo com uma origem desconhecida, quando se sabe que os Lusitanos são descendentes dos Cônios e que estes foram uma das maiores civilizações Europeias e que se misturaram com os chamados novos Celtas tento colonizado, mais de metade da Europa e o norte de África e foram um dos povos que se habitaram o Norte de África e é por isso que existem povos chamados de "Brancos" a mais de 10.000 anos no Norte de África... Já agora para ajudar este povo dominou a navegação e comercio do Mediterrâneo durante centenas de anos.

Foram ainda na altura, o povo militarmente mais evoluído de toda a Europa, que dominou durante mais de 300 anos, tinham vários exércitos constituídos por milhares de tropas, o seu território incluía toda a Península Ibérica (Portugal e Espanha) a Irlanda e mais de metade da Inglaterra, metade da actual França, a Bélgica e todo o sul da Itália, a Grécia a Mesopotâmia, a Albânia, todas as ilhas do Mediterrâneo o norte do Egipto e toda a costa mediterrânica do Norte de África até Marrocos.
Construíram milhares de cidades e foi este povo que fundou a rota da ceda que mais tarde acabou por ficar nas mãos dos Muçulmanos e deste povo e civilização, derivou mais de 70 nações e 20 actuais países Europeus (Sendo um deles Portugal) e todos os actuais países mediterrâneos Norte-Africanos.

Existem milhares de documentos que falam disto e milhares de provas arqueológicas, centenas de ruínas, milhares de documentos escritos pelos antigos Gregos e Romanos, ou até documentos Fenícios e até um recente estudo sobre o ADN feito por Americanos, prova o rasto biológico dos Cônios dos Lusitanos e dos Portugueses, tal como da mistura entre estes e os Celtas... Provas existem milhões delas com milhares de objectos arqueológicos espalhados em mais de 100 museus, que existem em quase todas as capitais Europeias e onde estão expostos muitos artefactos Cônios e Lusitanos tal como mapas as centenas. ...»

Obrigado e Cumprimentos Coni-Lusos !

Felipe Oliveira disse...

Uma cultura que pouco sabemos.

Maxengines Tech disse...

Coni sao uma coisa, lusitanos sao outra. Os lusitanos destruiram a principal cidade dos cónios pois eles fizeram amizade com os romanos.

Os filhos de Dan podem ter vindo, mas já havia neolitcos a viver na iberia, e já haviam levantando monumentais pedras megaliticas. Nao usavam a escrita pois acreditava-se que os espiritos deturpavam os simbolos da escrita o que seria maléfico, entao adoptaram a tradiçao oral.

Em vez dos cónios justificarem tudo, gostaria de ver antes um estudo serio sobre genética e arqueologia. A cultura ´é muito ancestral e está provado que portugal nao tem so uma única população. Infelizmente ao que chamamos hoje de portugal nao passou de um negocio politco admisnitrativo entre familias de castella e britanicas.

Rogério Maciel disse...

Filipe Oliveira ! Ao contrário do que diz , Sabe-se muito sôbre os Cónios, mas são muito poucos os que sabem, e, como são contra-corrente, uma corrente manipulada, os seus Estudos baseados em Provas factuais , não são divulgadas, pior , são boicotadas na internet e fora da internet, e êstes verdadeiros Historiadôres são relegados ao forçado oblívio, pois não interessa ao sistêma corrupto globalista(que se acha dôno da Verdade) , divulgar a Verdade Histórica!.
E Sabe-se mais do que possa transparecêr.Basta lêr aqui que já fica com uma ideia bastante aproximada.

https://sites.google.com/site/cemallagos/carlos-alberto-castelo/o-reino-do-povo-konii

Mas novas Descobertas virão a público.
Mas continuando,uma Civilização Superiôr que é a base de tôda Civilização existente.

Rogério Maciel disse...

Maxengines tech(ou lá o que seja...) claro que Cónios e Lusos eram Nações Distintas, mas Irmãs.
Essa estória de que os Cónios se vendêram aos romanos, é manipulação dos que promovem a agenda Romano-"céltica" em Portugal, agentes estrangeirados e corruptos servidôres da agenda Globalista anglo-saxónico-sionista do império do Caos e do Mal.
E a de que os Lusos atacaram os Cónios , também.Os Lusos, muito embora sendo muito ancestrais no Território da Sagrada Hibéria, são posteriôres aos Cónios , que êstes sim, são autótocnes.
Quanto a Portugal sêr "um negocio politco admisnitrativo entre familias de castella e britanicas" , faça-me o favôr, não Insulte Os Portuguêses, nem insulte a Língua de Portugal.
Portugal É A Nação Templária, uma das 7 Nações Sagradas da Terra, porventura, a mais Sagrada.Portugal foi Criado como Templo Pátrio do Cristo e não existe Aqui nenhum negócio, nem com os Nossos irmãos Hibéricos do Outro Lado da Fronteira , nem com os "amigos de Peniche", os Falsos Aliados das ilhas britânicas.
Ainda êsses povos andavam á porrada(entre si e, no caso do resto da Hispânia, contra os Muçulmanos) a vêr se conseguiam fazêr-se com nação, e já Portugal Era uma Nação Constituída com Língua Própria e Fronteiras estabelecidas, a Nação Mais Antiga da Europa.Nessa altura , já Portugal se lançava na preparação para a Grande Epopeia das Descobertas, que era muito mais de âmbito Espiritual do que material, ou não fôssem os Cavaleiros de Cristo(os Templários) os seus principais Fomentadôres e patrocinadôres, sendo que , a Ordem de Cristo Era ( e ainda É)Portugal .E com isto quero dizêr que , Era Portugal num Tôdo que Se organizava nessa Grande Epopeia Espiritual que Uniu Povos e Culturas e Levou ás 7 Partidas da Terra A Mensagem de Cristo e o Culto do Espírito Santo.